


É a ação que a União, o Estado ou o Município usa para cobrar dívidas inscritas em dívida ativa, como impostos, taxas e multas, inclusive de trânsito.
É o documento que o Fisco emite para cobrar a dívida. A lei presume que ela está correta, mas essa presunção é relativa e pode ser afastada com prova (Lei 6.830/1980, art. 3º).
São 5 dias para pagar ou garantir a dívida (art. 8º). A defesa principal são os embargos: exigem a garantia e têm prazo de 30 dias, contados da garantia ou da intimação da penhora (art. 16).
Sim, se não houver pagamento nem garantia. A casa da família, em regra, é protegida, mas pode ser penhorada para cobrar impostos, taxas e contribuições do próprio imóvel, como IPTU e ITR (Lei 8.009/1990, art. 3º, IV).
Sim, quando parte da cobrança é indevida, como juros ou multa calculados de forma errada. Essa parte pode ser retirada do total.
Em alguns casos, sim: dívida prescrita, cobrança contra a pessoa errada ou processo parado por muitos anos (prescrição intercorrente, art. 40). Questões como essas podem ser levadas ao juiz sem garantir a dívida, quando não exigem novas provas (Súmula 393 do STJ). Execuções de valor inferior a R$ 10 mil, paradas há mais de um ano, também podem ser extintas (Resolução CNJ 547/2024).

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